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Esporte

UEFA investiga Vinícius Jr. e jogadores do Real Madrid por comemorações em jogo da Champions League

Vinícius Junior

Por Harley Nascimento

 

A UEFA anunciou hoje, 27, que irá investigar Vinícius Júnior, Rudiger, Mbappé e Dani Ceballos por conduta indecente, que aconteceu após a partida entre Atletico de Madrid e Real Madrid, pelas oitavas de final da UEFA Champions League, no dia 12 de março.

De acordo com o site OneFootball, Vinícius é observado pela UEFA por um suposto conflito que teve com a torcida do Atletico de Madrid.

Rudiger está sendo investigado por ter colocado a mão em torno do pescoço, enquanto Mbappé é investigado por fazer um gesto com sua genitália.

O espanhol Dani Ceballos não estava sequer relacionado na partida por problemas físicos, mas também está na investigação pelo seu comportamento diante da torcida rival.

Essa investigação pode impactar diretamente a campanha do Real Madrid na atual edição da Champions League, visto que punições podem impedir os jogadores observados de jogarem as partidas restantes.

 

Polêmicas no confronto de Real Madrid x Atlético de Madrid

O comportamento dos jogadores do Real não foi a única polêmica neste confronto histórico entre rivais. Um dos lances que mais causaram repercussão naquela semana de UEFA Champions League foi a anulação do penâlti de Julian Álvarez - na disputa de penalidades entre Real Madrid e Atletico de Madrid -, pois o jogador argentino tocou duas vezes na bola em sua cobrança. Na manhã do dia 13, a UEFA soltou o vídeo que mostra o momento exato em que a bola toca no pé de apoio do campeão do mundo - veja na imagem acima.

Junto com o vídeo, a federação européia também explicou o motivo do lance ter sido anulado. "Embora mínimo, o jogador fez contato com a bola usando o pé de apoio antes de chutá-la, como mostrado no vídeo anexado. De acordo com a regra atual (Leis do Jogo, Lei 14.1), o VAR teve que chamar o árbitro sinalizando que o gol deveria ser anulado.", destacou a instituição na publicação em seu site oficial.

A UEFA também informou que irá entrar em discussões junto com a FIFA e a IFAB (Associação responsável pelas regras do futebol) para determinar se a regra deve ser seguida ou não em situações em que o duplo-toque seja claramente sem intenções.

 

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